https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/issue/feed Penguin Limitless Studies 2026-02-04T08:39:03+00:00 Pinguino ppinguino@univ-adelie.fr Open Journal Systems <p>Penguin Studies <span style="font-size: 10pt;">is an interdisciplinary journal that delves into the biology, behavior, and conservation of these charismatic birds. <br /><strong>Penguins</strong> are highly social, intelligent, and adaptable creatures that inhabit the Southern Hemisphere, with 18 species spread across the Antarctic and sub-Antarctic regions. </span></p> https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/article/view/169 Pourquoi ? Une interrogation 2025-10-07T13:09:32+00:00 marceau Salvadori marceau.salvadori@uvsq.fr <p>[...]</p> 2025-10-07T00:00:00+00:00 (c) Tous droits réservés Revue de sociologie des manchots 2025 https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/article/view/180 Manchots/pingouin : différ(a)nce et signification 2026-02-04T08:39:03+00:00 Marceau Salvadori marceau.salvadori@yopmail.com <div> <div>La citation de matériel documentaire, composé d’entretiens, de notes d’observation, de documents privés ou publics, est une chose banale, presque routinière, en sociologie. La banalité du procédé n’implique pas cependant qu’y avoir recours soit exempt d’intentions précises de la part des chercheurs, ni qu’il soit sans conséquences sur la perception d’un texte par ses lecteurs. Peu d’écrits pourtant s’attachent de façon précise, exemples concrets à l’appui, aux enjeux épistémologiques de la citation et à ses aspects pratiques. Chacun fait au mieux, et plus ou moins à sa convenance. Ici les citations apparaissent sous forme de blocs en retrait et en corps réduit, là elles se fondent dans la continuité du texte maître. Ici le matériel documentaire semble en entier, et inaltéré, là il est décomposé et réécrit. Chacun du moins revendique au même titre la solidité de ses analyses, dont le matériel documentaire est à la fois la source et le garant. Des chercheurs affirment cependant que les citations ont peu de valeur probatoire, si bien que nos efforts pour aboutir à une version des choses établie sur des preuves, comme telle ouverte au débat contradictoire, seraient vains. Qu’en est-il vraiment ? Autrement dit, pourquoi citer, ainsi que nous sommes accoutumés à le faire ?</div> <div>&nbsp;</div> </div> 2026-02-04T00:00:00+00:00 (c) Tous droits réservés Penguin Limitless Studies 2025 https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/article/view/160 Les manchots sont géniaux 2025-10-07T10:12:22+00:00 Claire Ménard claire.menard@univ-evry.fr <p>Neste artigo nós discutimos a celebração do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia, realizado pela comunidade de congadeiros da região do Alto da Cruz, em Ouro Preto, MG, como a retomada de um ritual urbano relevante para a afirmação de laços de identidade e de solidariedade entre os participantes. Tivemos oportunidade de acompanhar a produção do Reinado desde o ano de 2011 até os dias atuais, e nesse período pudemos observar o modo como a comunidade local busca a própria emancipação social por meio da expressão de uma perspectiva singular sobre sua religiosidade e sobre a memória de seu segmento social. Sugerimos que tal perspectiva é construída com fundamento na experiência liminar das relações de <em>communitas</em>(Turner, 1974), em meio a um movimento em direção à antiestrutura social. Diverge, portanto, das narrativas oficiais da história de Ouro Preto, que tendem a refletir as relações hierárquicas e de segregação que encontramos na estrutura social. Desta forma o Reinado faz surgir um contraponto à ideologia hegemônica, que manifesta forte tendência para a manutenção das relações de poder que se originaram nos processos de dominação colonial.</p> <p>Neste artigo nós discutimos a celebração do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia, realizado pela comunidade de congadeiros da região do Alto da Cruz, em Ouro Preto, MG, como a retomada de um ritual urbano relevante para a afirmação de laços de identidade e de solidariedade entre os participantes. Tivemos oportunidade de acompanhar a produção do Reinado desde o ano de 2011 até os dias atuais, e nesse período pudemos observar o modo como a comunidade local busca a própria emancipação social por meio da expressão de uma perspectiva singular sobre sua religiosidade e sobre a memória de seu segmento social. Sugerimos que tal perspectiva é construída com fundamento na experiência liminar das relações de <em>communitas</em>(Turner, 1974), em meio a um movimento em direção à antiestrutura social. Diverge, portanto, das narrativas oficiais da história de Ouro Preto, que tendem a refletir as relações hierárquicas e de segregação que encontramos na estrutura social. Desta forma o Reinado faz surgir um contraponto à ideologia hegemônica, que manifesta forte tendência para a manutenção das relações de poder que se originaram nos processos de dominação colonial.</p> 2025-10-07T00:00:00+00:00 (c) Tous droits réservés Revue de sociologie des manchots 2025 https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/article/view/171 Pingouins contre manchots 2025-10-07T14:15:34+00:00 Marceau Salvadori marceau.salvadori@uvsq.fr Judith Gourmelin judith.gourmelin@univ-evry.fr <p>qdfgqdfg</p> 2025-10-07T00:00:00+00:00 (c) Tous droits réservés Revue de sociologie des manchots 2025 https://ojs.ptl.ovh/index.php/f2/article/view/172 Manchots ou pingouins 2025-10-07T14:24:04+00:00 Claire Ménard claire.menard@univ-evry.fr <p>sdfghjklkjhgfdghjkl</p> 2025-10-07T00:00:00+00:00 (c) Tous droits réservés Revue de sociologie des manchots 2025